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São Jacinto 17/08

Batizado com o nome de Jacó, ele nasceu em 1183, na antiga Kramien, hoje Cracóvia, na Polônia. Desde cedo aprendeu a bondade e a caridade, despertando assim sua vocação religiosa. Numa viagem para Roma conheceu Domingos de Gusmão e ingressou na Ordem dos Pregadores de São Domingos.

Depois de um breve noviciado ele tomou o nome de frei Jacinto. Na ocasião foi o próprio São Domingos que o enviou de volta à sua pátria. Assim iniciou sua missão de grande pregador. Jacinto fundou em Cracóvia um mosteiro da Ordem de São Domingos.

Jacinto foi um incansável pregador da Palavra de Cristo e um dos mais pródigos colaboradores do estabelecimento da igreja nas regiões tão distantes de Roma. Foram quarenta anos de intensa vida missionária.

No dia 15 de agosto 1257, ele morreu no mosteiro de Cravóvia, aos setenta e dois anos de idade.

Liturgia Diária


5ª-feira da 19ª Semana do Tempo Comum
Cor: Verde

Naqueles dias,
7 O Senhor disse a Josué:
'Hoje começarei a exaltar-te diante de todo Israel,
para que saibas que estou contigo
assim como estive com Moisés.
8 Tu, ordena aos sacerdotes
que levam a arca da aliança, dizendo-lhes:
Quando chegardes à beira das águas do Jordão,
ficai parados ali'.
9 Depois Josué disse aos filhos de Israel:
'Aproximai-vos para ouvir as palavras do Senhor vosso Deus'.
10a E acrescentou:
'Nisto sabereis que o Deus vivo está no meio de vós
e que ele expulsará da vossa presença os cananeus.
11 Eis que a arca da aliança do Senhor de toda a terra
vai atravessar o Jordão adiante de vós.
13 E logo que os sacerdotes,
que levam a arca do Senhor de toda a terra,
tocarem com a planta dos pés as águas do Jordão,
elas se dividirão:
as águas da parte de baixo continuarão a correr,
mas as que vêm de cima pararão,
formando uma barragem'.
14 Quando o povo levantou acampamento
para passar o rio Jordão,
os sacerdotes que levavam a arca da aliança
puseram-se à frente de todo o povo.
15 Quando chegaram ao rio Jordão
e os pés dos sacerdotes se molharam nas águas da margem
- pois o Jordão transborda e inunda suas margens
durante todo o tempo da colheita -,
16 então as águas, que vinham de cima, pararam,
formando uma grande barragem
até Adam, cidade que fica ao lado de Sartã,
e as que estavam na parte de baixo,
desceram para o mar da Arabá, o mar Salgado,
até secarem completamente.
Então o povo atravessou, frente a Jericó.
17 E os sacerdotes que levavam a arca da aliança do Senhor
conservaram-se firmes sobre a terra seca, no meio do rio,
e ali permaneceram até que todo Israel
acabasse de atravessar o rio Jordão a pé enxuto.

Palavra do Senhor.
R. Aleluia
1 Quando o povo de Israel saiu do Egito, *
e os filhos de Jacó, de um povo estranho,
2 Judá tornou-se o templo do Senhor, *
e Israel se transformou em seu domínio. R.

3 O mar, à vista disso, pôs-se em fuga, *
e as águas do Jordão retrocederam;
4 as montanhas deram pulos como ovelhas, *
e as colinas, parecendo cordeirinhos. R.

5 Ó mar, o que tens tu, para fugir? *
E tu, Jordão, por que recuas deste modo?
6 Por que dais pulos como ovelhas, ó montanhas? *
E vós, colinas, parecendo cordeirinhos? R.
Naquele tempo:
21 Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou:
'Senhor, quantas vezes devo perdoar,
se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?'
22 Jesus respondeu:
'Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete.
23 Porque o Reino dos Céus é como um rei
que resolveu acertar as contas com seus empregados.
24 Quando começou o acerto,
trouxeram-lhe um que lhe devia uma enorme fortuna.
25 Como o empregado não tivesse com que pagar,
o patrão mandou que fosse vendido como escravo,
junto com a mulher e os filhos e tudo o que possuía,
para que pagasse a dívida.
26 O empregado, porém, caíu aos pés do patrão,
e, prostrado, suplicava:
'Dá-me um prazo! e eu te pagarei tudo'.
27 Diante disso, o patrão teve compaixão,
soltou o empregado e perdoou-lhe a dívida.
28 Ao sair dali,
aquele empregado encontrou um dos seus companheiros
que lhe devia apenas cem moedas.
Ele o agarrou e começou a sufocá-lo, dizendo:
'Paga o que me deves'.
29 O companheiro, caindo aos seus pés, suplicava:
'Dá-me um prazo! e eu te pagarei'.
30 Mas o empregado não quis saber disso.
Saiu e mandou jogá-lo na prisão,
até que pagasse o que devia.
31 Vendo o que havia acontecido,
os outros empregados ficaram muito tristes,
procuraram o patrão e lhe contaram tudo.
32 Então o patrão mandou chamá-lo e lhe disse:
'Empregado perverso, eu te perdoei toda a tua dívida,
porque tu me suplicaste.
33 Não devias tu também, ter compaixão do teu companheiro,
como eu tive compaixão de ti?'
34 O patrão indignou-se
e mandou entregar aquele empregado aos torturadores,
até que pagasse toda a sua dívida.
35 É assim que o meu Pai que está nos céus fará convosco,
se cada um não perdoar de coração ao seu irmão.'
19,1 Ao terminar estes discursos,
Jesus deixou a Galiléia
e veio para o território da Judéia além do Jordão.

Palavra da Salvação.