Arquidiocese de Manaus

Clero, leigos e religiosos prestam suas homenagens ao Arcebispo Emérito, Dom Sergio Castriani

O badalar dos sinos da Catredral de Manaus anunciam a perda de um pastor.

Há quase 7 anos como arcebispo metropolitano de Manaus, Dom Sérgio Eduardo Castriani assumiu seu ministério com amor e alegria neste chão da Amazônia.

Ele parte aos 66 anos decorrente de uma infecção grave. Dom Sérgio foi sepultado na catedral metropolitana de Manaus onde desejou fazer morada eterna.

A celebração foi presidida pelo Arcebispo Dom Leonardo Steiner, concelebrada pelos bispos auxiliares, Dom Tadeu Canavarros, Dom José Albuquerque , o bispo da prelazia de Itacoatiara Dom José Ionilton Lisboa e o Mosenhor José Sabino de Andrade.

Agentes pastorais, o clero, leigos e religiosos realizaram homenagens durante todo o dia. Para Irmã Eurides, Dom Sergio foi modelo de humildade e amor para com os pobres.

O vice – coordenador da Pastoral da Comunicação, Edney Mendonça, relembra momentos vividos ao lado do arcebispo.

Dom Sergio também marcou a vida de muitos seminaristas. O seminarista Ismael Oliveira cuidou de Dom Sergio por seis meses e destaca a presença de um pai e sua simplicidade para com os outros.

O pároco da Igreja Nossa Senhora Aparecida em Presidente Figueiredo Padre Marco Antônio, ressalta o zelo com os padres de Manaus.

Em um trecho do artigo publicado em 20 de Janeiro de 2020, que Dom Sergio era autor, ele dizia.  “Quando fui nomeado bispo coadjutor de Tefé, pensei que ia ficar por lá o resto dos meus anos. Investi muito na vida pastoral, nas amizades, nas realidades que permanecem. Tudo foi feito numa perspectiva de permanência minha à frente da Prelazia. Mas fui surpreendido com a transferência para Manaus. Foi difícil sair de Tefé e acho que depois de sete anos ainda não saí. Manaus representa na minha vida a coroa que Deus me dará no nosso encontro definitivo. Encontrei aqui um povo maravilhoso, composto de pessoas de um nível humano invejável. A capacidade de solidarizar-se com os que sofrem, seja quem for, a religiosidade que não perde nunca a esperança. Desta vez não haverá despedidas”.

 

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Rafaella Moura – Rádio Rio Mar



Por: Rafaella Moura



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