Arquidiocese de Manaus

Monsenhor Sabino preside missa de investidura dos Ministros da Palavra e do Culto, e dos Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística da Área Missionária N. Sra Aparecida, no Distrito do Cacau-Pirêra

Na manhã do último sábado, 07 de agosto, o Vigário Episcopal da Região Nossa Senhora dos Remédios, Monsenhor José Carlos Sabino de Andrade esteve no Distrito de Cacau-Pirêra e presidiu a Eucaristia, concelebrada pelo Administrador, Pe. Cândido Cocaveli, e os Diáconos Permanentes Ricardo César e Manoel Amaral, onde teve lugar o Rito de Investidura dos Ministros da Palavra e do Culto e Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística, totalizando 83 homens e mulheres, os quais estarão a serviço das 64 comunidades da Área Missionária Nossa Senhora Aparecida, por mandato e Provisão da Igreja Particular de Manaus, para o período de dois anos.

Em sua homilia, Monsenhor Sabino destacou a importância da ministerialidade na Igreja, herança do Concílio Vaticano II, onde cada batizado responde, de acordo com seu estado de vida, ao chamado de Cristo para se dispor ao serviço do Reino de Deus.

Aos Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística, Monsenhor Sabino recordou-lhes as atribuições próprias deste serviço eclesial: ser promotor da piedade eucarística, tanto em vida pessoal, como na vida da comunidade; presidir atos de devoção eucarística, como horas de adoração, vigílias eucarísticas; distribuir a Sagrada Comunhão nas celebrações durante as missas; encarregar-se do cuidado do sacrário, das alfaias das celebrações; e, sobretudo, visitar os doentes nos hospitais e em suas residências, levando-lhes palavras de fé e de conforto espiritual. Àqueles que foi conferido o Ministério da Palavra e do Culto, o Vigário Episcopal os incentivou à leitura orante da Palavra de Deus e para bem presidir as celebrações dominicais indicou-lhes a  necessária preparação prévia da homilia. Outro aspecto destacado em sua homilia foi quanto ao imprescindível espírito de comunhão eclesial que deve configurar a vida de um ministro da Igreja.

Após a homilia, Pe. Cândido apresentou ao Vigário Episcopal aqueles aos quais pedia-lhe para que fosse conferido os Ministérios. Interrogados quanto à sua disposição em servir, Monsenhor proferiu a oração e a benção das vestes litúrgicas próprias; em seguida, cada ministro aproximava-se do altar, onde eram sustentados pelos diáconos as Sagradas Escrituras e o Crucifixo e cada um, com reverência, inclinava-se como sinal do compromisso assumido.

Transcorrida a oração pós-comunhão, foram apresentados à comunidade os membros dos Conselhos de Pastoral e Administrativo e Finanças da Área Missionária, representantes das pastorais, movimentos e núcleos das comunidades ribeirinhas e das estradas. Pe. Cândido leu a Nomeação dos Conselheiros, de acordo com o Diretório de Pastoral e o Diretório de Administração e Finanças da Arquidiocese de Manaus, e Monsenhor Sabino deu-lhes posse para o período de agosto de 2021  a agosto de 2023.

Ao término da celebração, Pe. Cândido agradeceu ao Monsenhor pela disponibilidade de estar entre eles, enfatizando o quanto é importante celebração como esta, pois exprime visivelmente a comunhão daqueles que servem a mesma Igreja de Cristo. Nossos ministros(as) leigos e leigas sentem-se apoiados na missão, pois para além dos desafios próprios de quem vive nas áreas ribeirinhas e na zona rural, onde convivem com as longas distâncias, com o isolamento e as dificuldades de comunicação, há muita vida empenhada e recordava as palavras de Dom Sergio na apresentação do plano de evangelização da Área Missionária, ao sublinhar que “feliz da área missionária que pode contar com tanta generosidade”. Concluindo, Pe. Cândido disse ser testemunha do bem e dos sacrifícios pessoais e familiares que os ministros leigos fazem pelo bem da evangelização, pois são homens e mulheres cheios de espírito apostólico.

Como encerramento, todos se confraternizaram com um lanche partilhado e com um sopão que foi preparado com muito carinho para todos.

Texto e fotos: Pe. Cândido Cocaveli

 

 



Por: Érico Pena

Assessoria de Comunicação da Arquidiocese de Manaus



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