Arquidiocese de Manaus
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Abertura do Mês Missionário – Região Episcopal N. Sra. dos Navegantes

A Região Episcopal N. Sra. Dos Navegantes, realizou na noite desta quinta-feira (1/10) a missa de Abertura Oficial do Mês Missionário, realizada às 19h na Comunidade Nossa Senhora doa Navegantes, localizada à Rua da Paz, 12, Mauazinho, pertencente à Área Missionária N. Sra dos Navegantes. A celebração foi realizada pelo bispo auxiliar, Dom Tadeu Canavarros, concelebrada pelo padre de apoio Francisco Oliveira, e pelo Frei Alex Assunção, auxiliados pelos diáconos Raimundo Nonato e Manoel Messias.

De acordo com Helen Prestes, coordenadora da Infância e Adolescência Missionária (IAM) Arquidiocesana e do Regional Norte 1, estiveram presentes cerca de 50 crianças. “A IAM é a semente da missão, porque se a gente consegue trabalhar bem com eles a pedagogia de amor ao próximo que Jesus pregou, eles nunca vão sair da caminhada. Para o Pe. Francisco, “essa é a grande oportunidade de colocar em prática o ser missionário e, aqui na nossa área já temos esse ardor missionário nas oito comunidades, então esse convite do Santo Padre é a chance de se colocar em prática, tudo aquilo que sempre estamos pregando na teoria”, comentou o padre de apoio.

Símbolos do mês missionário

O logo mostra uma cruz missionária cujas cores tradicionais lembram os cinco continentes. A cruz acolhe o mundo e favorece o encontro entre os povos, a comunicação entre as pessoas e com a Igreja universal, como se fosse um link, criando laços reais entre os povos.

A cruz é o instrumento e o sinal eficaz da comunhão entre Deus e os homens para a universalidade da nossa missão.

O mundo é transparente. Isso significa que nossa ação de evangelização não tem barreiras nem fronteiras. É o fruto do Espírito Santo. A cruz abraça todos os homens e mulheres deste mundo e, precisamente graças a ela, estamos unidos, conectados e abertos à comunhão.

Nossa solidariedade é universal; de fato, o mundo transfigurado no Espírito supera as distâncias e abre o olhar da nossa mente e do nosso coração. É o amor de Jesus que não conhece limites e fronteiras.

As palavras BATIZADOS E ENVIADOS, que acompanham a imagem, indicam os dois elementos característicos e inalienáveis de todo cristão: o batismo e o anúncio. Da cruz brota o batismo para a salvação do mundo para o qual somos enviados para anunciar o Evangelho de Jesus.

As cores da cruz são aquelas tradicionalmente atribuídas aos cinco continentes: vermelho para a América, verde para a África, branco para a Europa, amarelo para a Ásia e azul para a Oceania. Cada cor tem um significado simbólico que torna possível a conexão entre os continentes através dos povos, na comunhão de Deus com a humanidade.

O vermelho recorda o sangue dos mártires do continente americano, sementes para uma nova vida na fé cristã. É a cor da paixão dos missionários que, tendo chegado a um novo país, estão interessados na salvação do povo. Ainda hoje é um sinal da paixão daqueles que permanecem fiéis ao Evangelho. O vermelho lembra a terra e tudo o que é terrestre. É uma cor viva e comunicativa.

O verde é a cor da vida, da natureza, da vegetação. Simboliza crescimento, fertilidade, juventude e vitalidade. Verde é a cor que harmoniza o todo. O continente africano é chamado a essa harmonia mesmo no meio do deserto e do sofrimento. É a cor da esperança, uma das três virtudes teológicas.

O branco é símbolo da alegria, o começo de uma nova vida em Cristo. É o desafio para uma Europa antiga, chamada a reapropriar-se da força evangelizadora que a gerou, graças a tantas Igrejas.

O amarelo é cor de luz, que se alimenta de luz invocando a verdadeira Luz. A Ásia é o continente onde nasceu Jesus, o Filho de Deus, nosso Sol, que se surge do alto.

O azul é a cor da Oceania, formada por inúmeras ilhas espalhadas pelo oceano. É a cor que mais se aproxima do invisível, recorda a vida divina, lembra o mistério e nos convida à transcendência em relação a tudo o que é terreno e sensível. É a cor da água da vida que mata a sede e nos restaura ao longo do caminho para Deus; é a cor do nosso céu que é o sinal da morada de Deus conosco.



Por: Érico Pena

Assessoria de Comunicação da Arquidiocese de Manaus



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