Arquidiocese de Manaus
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PROFECIA: Recursos Econômicos na Igreja Solidariedade com a Missão

Se hoje temos Cristo em nossas vidas, foi por- que muitos missionários e missionárias vindo de diversos lugares do mundo, obedientes ao “ide” de Jesus, tornaram-se sal e luz na cida- de, no interior e na periferia urbana, trazendo na vida a experiência da Boa Notícia de Jesus Ressuscitado. Você concorda com isso? Eles, para chegarem até aqui, certamente gastaram recursos econômicos para que a missão fosse cumprida. Somos gratos aos primeiros missionários e missionárias que não mediram esforços físicos, espirituais e econômicos para que o Evangelho de Jesus fosse além-fronteiras.
Os recursos econômicos na Igreja são importantes para a missão continuar. Os recursos, em geral, vêm da solidariedade de muitos corações e mãos que com generosidade investem na missão evangelizadora. Os recursos sozinhos não evangelizam, por isso as pessoas que fazem a experiência da conversão, tornam-se discípulas de Cristo e em comunhão com a Igreja vão para missão.
Precisamos urgentemente de novos e renovados missionários para continuar a missão de anunciar Cristo às pessoas de perto e de longe. A pedido do Papa Francisco é pre- ciso sair para encontrar as pessoas, sobretudo as mais necessitadas de tudo, pois somente a “missão renova a Igreja”a partir da Palavra de Deus e revigora a Fé dos cristãos.
Não podemos deixar de insistir, mediante a graça do Espírito Santo, no trabalho da evangelização que liberta a pessoa de modo pleno. Para recuperar o entusiasmo missioná- rio não há outro caminho a não ser partir de Cristo que é capaz de transformar a tristeza em alegria (cf. Lc 24).

A fonte é a Pessoa de Jesus que encontramos nos Evangelhos e na pessoa de cada irmão e irmã, sobretudo, os pobres, excluídos, supérfluos e descartáveis, necessitados de atenção por parte dos missionários.
Desde o início das primeiras comunidades cristãs, a Igreja comunicou aquilo que experimentou (cf Lc 1,1-3) e transmitiu o que vivenciou, não obstante a crise da perseguição aos cristãos dos primeiros séculos (cf At 7, 54-60). Isto revela que a missão de proclamar Cristo a partir da experiência com Ele nunca foi fácil em nenhuma época da história da Igreja.
Pois não anunciavam uma ideia, mas somente“aquilo que existia desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com nossos olhos, o que contemplamos e o que nossas mãos apalparam: – falamos da Palavra, que é a Vida. (…) dela damos testemunho, (…) agora o anunciamos a vocês”(1Jo 1,1-3).
A missão ficaria incompleta se os missionários e missionárias não tivessem o mesmo olhar e sentimento do Mestre (cf. Mt 15, 32, Mc 6, 34, Lc 9,13, Jo 6, Fl 2,5) em relação às multidões de pessoas da periferia urbana e interior, famintas de Deus e dignidade, pois muitas são tolhidas em seus direitos fundamentais. Estes são desejosos de receberem dos discípulos e missionários o convite para recomeçar com esperança às suas vidas‘a partir de Cristo’.
Como foi dito acima, os recursos eco- nômicos frutos da solidariedade para com a missão evangelizadora, ajudaram e continuarão a ajudar os missionários e missioná- rias a levarem a Boa Notícia do Reino de Deus aqui perto e além fronteiras. Sejamos solidá- rios economicamente com a missão da Igreja!

Pe. Geraldo Bendaham

Artigo publicado na Revista Arquidiocese em Notícias, edição 165 – julho 2019



Por: Leomara Duarte



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