Arquidiocese de Manaus

Inclusão de adolescentes autistas e com síndrome de down na igreja impacta positivamente nas relações familiares

Uma igreja em saída é o que pede o Papa Francisco, sabemos da importância dos Sacramentos, mas é possível que um adolescente autista ou com síndrome de donw possa receber por exemplo a primeira comunhão?

A igreja deve acolher, dar espaço e nutrir em nós a esperança, afirma o padre Marco Antônio.

Em novembro do ano passado um garotinho com autismo interrompeu a assembleia geral e foi ao encontro do Papa para tentar abraçá-lo, embora a mãe do menino estivesse preocupada, o pontífice disse que o deixasse brincar. Durante a assembleia o papa recordou a passagem bíblica onde Jesus fala que devemos ser como as crianças, puras e de bom coração.

Segundo a psicóloga e especialista em psicologia clínica Camila Gadelha a inclusão social é o caminho para o desenvolvimento dessas pessoas.

Apesar de do início da inclusão ser um dos pontos mais difíceis, o apoio da família e da igreja são de fundamental importância como foi com a Jucele Amorim, mãe do Benny de 8 anos.

A Márcia Chagas é mãe de gêmeos autistas, o Armínio e o José Ribamar de 18 anos, e os dois já fizeram a primeira eucaristia e o crisma, segundo ela tudo mudou na vida da família e principalmente dos filhos que hoje atuam na Pastoral Litúrgica. Eles rezam o terço com a família, fazem a oração da noite e se tornaram mais próximos dos familiares.

A Jucineide da Silva é mãe do Gabriel, de 16 anos, que tem síndrome de donw e sempre que vai as missas quer receber a eucaristia.

Nosso papel como igreja é acolher, amar e cuidar. Se você conhece alguém que tenha a síndrome de donw ou autismo, procure a paróquia mais próxima da sua casa e inclua essa pessoa no processo de iniciação a vida cristã.

Ouça a matéria na íntegra:

 

Rádio Rio Mar – Rafaella Moura 



Por: Rafaella Moura



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