Arquidiocese de Manaus
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Dom José preside missa de confraternização dos funcionários do hospital Santa Júlia

Hospital não é apenas um local de dor e tristeza pelos entes queridos enfermos. É também um lugar de fé, esperança e oração. Foi com esse pensamento, que a coordenação do hospital Santa Júlia, organizou na tarde desta sexta-feira, 21 de dezembro, a tradicional missa de natal para funcionários e pacientes da instituição. A celebração foi presidida por Dom José Albuquerque, bispo auxiliar às 17h no anfiteatro, localizado no segundo andar do hospital.

Durante a homilia, Dom José, que pela primeira vez celebrou a tradicional missa de natal do hospital, falou sobre a missão do hospital, que é de resgatar a dignidade das pessoas e de perceber em cada doente, o rosto de Jesus Cristo e, essas simples atitudes, nos vem dar esperança que o mundo ainda tem jeito e que ainda temos a possibilidade de realizarmos o grande propósito de Jesus Cristo, que é de tornar o mundo uma grande família.

“Aqui vocês recebem todos os dias, pessoas que vem buscar não só a saúde do corpo e da alma, mas também uma palavra de incentivo, alguém que lhe dê apoio, esperança e coragem para enfrentar o tratamento. Este é um lugar onde a vida tem que falar mais alto e, o sinal que o Reino de Deus está entre nós, é quando as pessoas se tratam bem, são acolhidas e ajudadas e o nosso sonho é esse, que todos os funcionários possam reconhecer Cristo em todos os enfermos, independente da cor da pele, da religião e da classe social”, disse o bispo auxiliar.

Para o Dr. Edson Sarkis Gonçalves, diretor-presidente do hospital Santa Júlia, a missa de natal é um momento de confraternização, de muita alegria e de praticar a felicidade entre família e funcionários. “Nós, médicos, atendentes, enfermeiros, recepcionistas e todos os demais funcionários, temos o privilégio de resgatar as pessoas para a vida, minimizar o sofrimento das pessoas e a maior felicidade é praticar a bondade e a nossa missão, o nosso legado é fazer o bem salvando vidas, sei que não é fácil, mas se Deus nos escolheu é porque temos a capacidade de curar, pois a medicina também tem um pouco do divino”, disse Dr. Edson.



Por: Érico Pena

Assessoria de Comunicação da Arquidiocese de Manaus



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