Arquidiocese de Manaus
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A.M. Sant’Ana é elevada à paróquia e recebe seu primeiro pároco, Pe. Kennedy

Na noite desta quarta-feira (11/7) o Arcebispo Metropolitano de Manaus, Dom Sergio Castriani, presidiu a missa festiva de instalação da Paróquia Sant´Ana, localizada Rua 14, nº 40 – Conjunto Hiléia I, bairro Redenção. Na ocasião, também foi realizado o cerimonial litúrgico da posse do primeiro pároco da referida paroquia, Pe. Kennedy Cardoso Picanço. A celebração contou com a presença do bispo auxiliar de Manaus, Dom Tadeu Canavarros e dos demais padres redentoristas, assim também como familiares e amigos, vindos até em caravanas de outras paróquias, como a de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, do bairro do Educandos.

A cerimônia começou as 19h30, com a igreja lotada e com aquela alegria no rosto de cada um, sobretudo dos comunitários mais antigos que, após mais de três décadas, estão tendo a honra de ver a elevação da Área Missionária ao status de Paróquia que, no momento, é composta pelas seguintes comunidades: Santana (Conj. Hiléia I), São Francisco (Hiléia II), Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (Eduardo Gomes), e Santa Teresinha (parte do bairro da Redenção). Durante a homilia, o arcebispo afirmou que a paróquia é muito mais que o templo físico, paróquia é a comunidade, formada por todos nós que somos o corpo de Cristo e que tem três características principais: ser profeta, compassiva e missionária.

“Hoje estamos aqui na fundação dessa paróquia, que é o lugar da compaixão, da caridade, da bondade e da acolhida, pois paróquia não é a estrutura, paróquia é o povo, paróquia é comunidade de comunidades que se reúne para acolher o próximo e dá o testemunho da sua fé, acolhendo o pobre e o necessitado. Ser paróquia é ser profeta que significa ser honesto e transparente, livres da corrupção, pois se vivermos como o mundo vive, nós não temos nada para oferecer, temos que ser diferentes, fraternos, não brigar, não fofocar e ser amigos uns dos outros. Paróquia é ser missionária, e que esse seja o desafio dessa paróquia redentorista, ser missionária, cuidar dos que estão perto e dos que estão longe, sempre anunciando o evangelho e tendo gestos concretos”, disse Dom Sergio.

Ao fim da homilia, a celebração continuou com a renovação das promessas sacerdotais, com o novo pároco sendo interrogado pelo arcebispo diante do público, após esse momento, foi realizada a leitura do decreto de nomeação e, em seguida, Dom Sergio realizou a entrega dos três instrumentos que o pároco recebe para desempenhar bem a sua missão: Estola e casula; a chave do sacrário; e o Evangelho, declarando assim empossado e apto para desempenhar suas funções de pároco. “O pároco é o servidor dos servidores, é o homem da Palavra e de palavra, o guardião da unidade e da comunhão entre as pessoas, o homem que celebra a eucaristia que é a presença de Deus no meio de nós. Que o padre Kennedy seja um pai no meio de vocês”, disse o arcebispo.

Antes da benção final, Pe. Kennedy fez seu primeiro discurso como novo pároco agradecendo de início à Deus e aos padres: Elson Lima, Amarildo Luciano, Manoel Soares, José de Moura, Miguel Macltosh, Leandro Romaine (vigário paroquial em Manacapuru) e Pe. Ronaldo Mendonça, vice-provincial dos redentoristas, que se fizeram presente concelebrando com os bispos. Depois agradeceu a confiança depositada por Dom Sergio aos missionários redentoristas, sobretudo a ele que, apesar de jovem e recém empossado, já assume uma responsabilidade bem grande ao ser empossado como primeiro pároco de uma igreja que por 35 anos foi Área Missionária e agora tornou-se paróquia.

“Essa missão a mim concedida, eu olho sempre como a graça e o dom de Deus em minha vida, pois tudo que me acontece eu agradeço primeiro a Ele. Confesso que não imaginava que tão repentinamente fosse ser pároco, mas com a ajuda dos meus confrades, recebi muito apoio e sou feliz porque não me sinto sozinho na minha caminhada, tenho o povo de Deus, tenho os padres do setor, temos a benção dos bispos, pois, na força do Espírito Santo somos todos irmãos, e é assim que quero continuar essa caminhada de fé, tendo sempre a força de acolher os mais necessitados, pobres e excluídos com muito amor”, comentou o jovem padre de apenas 26 anos. Ao final da celebração, todos foram chamados a participarem do coquetel com direito a música ao vivo com o melhor da MPB e MPA.



Por: Érico Pena

Assessoria de Comunicação da Arquidiocese de Manaus



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