Arquidiocese de Manaus
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“Juventude e a cultura do bem viver” é tema da 8ª Semana do Jovem Líder

A Pastoral da Juventude (PJ) Arquidiocesana, realizou nesta segunda-feira (22/01) a abertura da 8° Semana do Jovem Líder, que contou com a presença de aproximadamente 300 jovens provenientes dos 12 setores da Arquidiocese de Manaus (incluindo representantes de Manaquiri, Cacau Pirêra e Careiro Castanho), além da participação da diocese de Coari, diocese de Roraima e prelazia de Itacoatiara, representando o regional Norte 1. A abertura do evento aconteceu na quadra do ginásio do Colégio Santa Doroteia, tendo como tema principal “A cultura do bem viver”, abordado pelos palestrantes que compuseram à mesa (pe. Zenildo Lima, John Navegante, Ir. Rose Bertoldo e Thay Gama), e continua até o dia 27. Durante a semana, o evento irá iniciar a partir das 18h30, contando com uma vasta programação que envolve desde palestras à oficinas temáticas e de formação.

Para o padre Rubson Balieiro, pároco da Área Missionária Santa Helena e Assistente Eclesiástico da PJ na Arquidiocese de Manaus, o evento é um processo de revisão e revitalização da fé e da missão do jovem, para que se sinta feliz seguindo a Cristo. “A PJ é muito engajada historicamente no processo de evangelização, por isso, todos os anos a juventude arquidiocesana realiza a semana do jovem líder com o objetivo rever as etapas e os processos em que os jovens estão percorrendo esse caminho de Jesus Cristo, sobretudo como igreja e temos muito esperança nessa semana, pois é um momento de questionamento muito pessoal, onde é convidado a olhar as pessoas com mais misericórdia e recuperar o mundo desse processo de desumanidade que esta passando”, explicou o padre.

Com tantos jovens presentes, alegria e animação não faltaram. Da acolhida até a oração final, o clima foi regado com muita descontração, dança, diversão, reencontro de velhos amigos, reflexões e debates voltados ao tema da cultura do bem viver, conforme explica Raissa Barbosa, secretária arquidiocesana da PJ. “Resolvemos falar sobre a “cultura do bem viver” porque continuamente a juventude vem sofrendo vários ataques por diversos setores da sociedade, então por isso achamos conveniente falar sobre esse assunto, pois há uma diferença muito grande entre viver bem e bem viver, e o que a gente prega é justamente esse bem viver de maneira digna e sempre prezando o amor, na família, na igreja e na sociedade, como forma de responder aos ataques que a gente vive”, explicou Raissa.

De acordo com a secretária, as oficinas serão sempre voltadas para a formação de liderança, encerrando o evento com missa e atração musicais. “Durante toda a semana, nas místicas a gente vai viver sempre um espaço bíblico que marcou a vida de Jesus, então, todos os dias a gente vai ter elementos com alguma pegada pedagógica que vai traçar como construir essa cultura do bem viver, pois queremos formar líderes que são agentes dessa temática e assim vai até o encerramento, onde queremos tornar tudo mais humano e mais acessível possível. Nossa ideia aqui é que todos os setores tenham representantes e que possamos encerrar com uma grande festa do bem viver, com uma celebração muito participativa e um show com os grupos formados por pejoteiros e pejoteiras”, comentou Raissa.  

Organização do evento e participação nas oficinas

Segundo Rosália Amoré, integrante da comissão organizadora do evento, as articulações começaram a ser feitas desde outubro do ano passado, com constantes reuniões entre as equipes formadas por representantes setoriais com o objetivo de acertar cada detalhe, principalmente sobre o credenciamento (para se ter uma ideia do quantitativo) e as oficinas, estas divididas por etapas de formação, entre elas:  Iniciação (I, II e III); Discipulado (I, II e III); Missão (I e II); e Assessoria.

“De terça a sexta a gente vai trabalhar as oficinas, com 25 pessoas (religiosos e leigos) que vão ministrar essas oficinas tendo: a iniciação, para os jovens que estão entrando agora nos grupos; discipulado é a oficina para quem já está na coordenação de grupos de jovens; missão é para os que já estão em coordenação de área ou setor; e assessoria é uma oficina a parte que voltada para os que já estão a mais tempo na caminhada. Tudo organizado e preparado há meses por uma equipe de jovens de várias partes da arquidiocese”, comentou Rosália.                                      



Por: Érico Pena

Assessoria de Comunicação da Arquidiocese de Manaus



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