Arquidiocese de Manaus
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Arcebispo consagra altar da comunidade São Vicente Pallotti na A.M. da Ponta Negra

Na noite desta sexta-feira (27/10), o Arcebispo Metropolitano de Manaus, Dom Sergio Castriani, realizou o rito de dedicação do Altar da Comunidade São Vicente Pallotti, localizada na Rua Guararapes nº 50 – conjunto Cophasa, pertencente à Área Missionária da Ponta Negra (A.M.P.N). A solenidade foi concelebrada pelo pároco, pe. Sergio Petkowski, pelo vigário paroquial, pe. Telmo Buriol, pelo padre visitante Anselmo Mantovani, auxiliados pelo diácono Ricardo Lopes.

As 19h30 em ponto, com a igreja lotada de comunitários pertencentes às 10 comunidades que compõem a A.M.P.N, a celebração teve inicio com a tradicional procissão de entrada. Após esse momento, o arcebispo realizou a benção da água e percorreu toda a igreja aspergindo sobre o povo, um gesto realizado em lembrança ao batismo e também para purificar o altar. Depois, o rito da celebração seguiu como de costume, com a Liturgia da Palavra trazendo as leituras e o evangelho que finalizou este momento com a homilia de Dom Sergio. “Jesus esta na liturgia, esta presente no meio de nós sempre porque nós somos povo de Deus. O altar é o centro da igreja e próprio Cristo, ali Ele é o sacerdote, é a vítima e é o cordeiro que se oferece em sacrifício”, salientou.

Após a homilia, cantou-se a Ladainha de todos os Santos e ao final, Dom Sergio depositou sobre o altar uma relíquia (algo do santo) de São Vicente Pallotti. “A relíquia nos lembra que o santo morreu seguindo os caminhos de Cristo”, disse Dom Sergio ao depositar a relíquia que, segundo o pároco, foi conseguido por meio de uma doação de uma fiel.

“É um pedacinho do osso do dedinho dele, ou seja, uma relíquia de primeiro grau que conseguimos graças à Dom Mario que trouxe de uma das viagens de Roma para uma devota que, quando viu a oportunidade, doou para a comunidade”, comentou pe. Sergio.

Depois, o arcebispo leu uma prece de dedicação e, na sequencia derramou o óleo do santo crisma no meio do altar e em seus quatro cantos, em seguida, calmamente começou a ungir e mesa inteira. Após esse momento, foi queimado o incenso sobre o altar e, a fumaça que sobe para o céu, simboliza o sinal das nossas orações, da nossa vida que se oferece a Deus. Só após todo esse momento, o altar foi coberto por uma toalha branca e foram acesas as velas ao seu redor, dando procedimento ao rito da celebração que seguiu seu curso normal até a benção final.

Sem dúvida foi uma solenidade “diferente”, que apresentou um importante rito que até então muitos ainda não tinham visto. “Foi uma celebração muito bonita, mas não deixa de ser uma novidade, eu gostei do que vi e não tinha ideia o quanto era importante para a igreja esse momento”, disse Cirena Ribeiro, da comunidade Santo Agostinho. Mas assim como foi novidade para os leigos, também é uma solenidade que alguns presbíteros ainda não tiveram a oportunidade de participar, como no caso do pe. Anselmo, pároco da igreja da Glória que veio prestigiar a consagração do altar da casa do padroeiro da sua congregação.

“É a primeira vez que assisti ao rito e achei muito emocionante para todos nós esse momento da dedicação e, saber que a partir de agora, é neste lugar que será celebrado a eucaristia onde Cristo se tornará presente para alimentar todos nós”, disse pe. Anselmo. Para pe. Sergio, a importância da consagração serve para o povo ter consciência do que significa o altar. “Essa celebração nos deu a compreensão macro, do que é o altar e o quão importante é todo esse rito que envolve óleo, incenso, que deixa as pessoas cientes da sua missão que é de evangelizar e anunciar o Cristo morto e ressuscitado”, explicou o pároco.

 



Por: Érico Pena

Assessoria de Comunicação da Arquidiocese de Manaus



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