Arquidiocese de Manaus
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Cuidado com o político Ostentação

Estimado ouvinte, estamos distantes exatamente há 1 ano das próximas eleições de 2016. Percebe-se as movimentações, acordos, estratégias e alianças políticas se articulando em vista de mais um mandato popular.
Dentro da democracia brasileira, este processo é legítimo, desde que obedeçam às leis vigentes do processo eleitoral. As eleições do próximo outubro de 2016, como todas as eleições, quando limpas e democráticas, são sempre uma ocasião para o fortalecimento da cidadania.
Estimado leitor, é melhor a democracia que a ditadura controladora da vida social.
No entanto, não se engane, temos muitos problemas na democracia representativa em nosso País. Não são somente problemas de limites humanos. Trata-se de algo mais profundo. Há uma verdadeira confusão proposital do verdadeiro sentido do ser Política. Na grande maioria, ser candidato ou ganhar as eleições pelo processo democrático, significa um investimento econômico, obter lucros e vantagens, além de ser sinônimo de corrupção e desonestidade. Com rara exceção, hoje, salta aos olhos, a figura do POLÍTICO OSTENTAÇÃO que contradiz na pratica o real sentido da política.
Basta observar o comportamento da grande maioria dos eleitos. Esquecem rapidamente que representam a sociedade que os elegeu. Envolvem-se com as regalias, inclusive, salários altíssimos, comidas, bebidas, viagens, etc que não correspondem as suas horas trabalhadas. O mais dolorido, para não dizer pior, quem paga as contas são os eleitores.
Estimado ouvinte, se você identificar algum o candidato ou político que quer se reeleger no próximo ano de 2016, mas agem com OSTENTAÇÃO durante o processo eleitoral e durante seu mandato, lembre-se eles não representam mais a população. Estes não merecem seu voto!
Ao contrário, político bom é aquele que procura no seu mandato servir o Bem Comum cuidado da cidade e dos cidadãos.
Significa viver a ética da responsabilidade com honestidade o mandato que foi concedido pelo voto popular. Portanto, o mandato não é do político, mas da população a quem ele representa.
Caro ouvinte, falta 1 ano para as eleições de outubro de 2016, mas fique atento, observe, analise, pesquise a vida dos nossos futuros representantes.
É como procurar agulha no palheiro. São poucos, mas ainda existem pessoas que ainda são serias, honestas e justas, capazes interpretar bem os anseios da sociedade. Fique atento!
Por Pe. Geraldo F. Bendaham


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